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Negociação colaborativa: por que buscar solução conjunta é melhor do que competir para saber quem está certo?

Técnica ganha destaque na resolução de conflitos

Por Mariana Faria | Comunicação D'Acordo Mediações dia em Blog

Negociação colaborativa: por que buscar solução conjunta é melhor do que competir para saber quem está certo?
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Você é do tipo de pessoa que prefere ser feliz ou estar sempre com a razão? Nos deparamos com esse dilema quando estamos diante de uma situação conflituosa. Ao escolher entre uma opção ou outra, o que as partes em disputa estão decidindo, mesmo sem saber, é se adotam um modelo de solução para a controvérsia baseado em uma negociação colaborativa ou competitiva. Ficou difícil de entender? Calma, a gente explica.

Quando as pessoas envolvidas em um determinado conflito decidem colaborar entre si, o interesse delas está na resolução e superação do problema, e não apenas em brigar e discutir. Por outro lado, quando adotam uma postura competitiva, as partes vão disputar para saber quem está com a razão, o que acentua ainda mais o conflito, pois o mais importante passa a ser declarar um vencedor ao final. Ao escolher a primeira opção, ou seja, a negociação com base na cooperação, aumentam-se as chances de o desentendimento terminar com um final feliz porque são mais pessoas empenhadas na busca por uma solução.

A negociação é uma técnica de resolução de conflitos na qual as partes dialogam diretamente focadas em chegar a um consenso, com ou sem o auxílio de advogados. Por não ter a presença do chamado “terceiro neutro”, com poderes para intermediar a controvérsia entre as partes, o método também pode ser chamado de “mediação sem mediador” e, ainda, de negociação participativa ou collaborative law, como é conhecido nos Estados Unidos.

Nesse tipo de solução de controvérsias, costuma-se dizer que as partes são empoderadas para elas mesmas resolverem os seus problemas, passando de meros expectadores a atores importantes do processo decisório. A principal vantagem é que o resultado da disputa pode ser controlado pelos próprios envolvidos, diferente de uma decisão judicial na qual o lado derrotado terá de se submeter obrigatoriamente ao resultado que lhe desagrada. Por isso, em uma negociação direta fala-se sempre em ganha-ganha.

Durante o processo de negociação, as partes não precisam ter medo de falar abertamente sobre as suas questões. Todas as informações que forem reveladas são sigilosas, não podendo ser utilizadas em benefício de uma das partes caso a negociação não tenha êxito e seja necessário um processo judicial mais tarde. Se for celebrado um acordo, é importante deixar claro que as partes ficam vinculadas aos seus termos, ou seja, obrigam-se de boa-fé a respeitar o que foi pactuado.

Atualmente, a tecnologia já oferece meios criativos de negociação que facilitam a vida de muitas pessoas. Um exemplo disso são os totens de autoatendimento da D’Acordo Mediações, legaltech que desenvolve soluções para a prevenção de conflitos. Com o terminal, disponível em Juizados Especiais Cíveis e Procons, é possível a negociação direta entre consumidores e empresas através de chamadas de videoconferência. Um jeito inovador de atualizar uma técnica milenar.

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