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MEDIAÇÃO ONLINE: PLATAFORMA DIGITAL DA D'ACORDO CHEGA AO MERCADO

Novidade pode ser acessada por site ou aplicativo para smartphone

Por Mariana Faria | Comunicação D'Acordo Mediações dia em Blog

MEDIAÇÃO ONLINE: PLATAFORMA DIGITAL DA D
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Resolver um problema relacionado a um produto ou prestação de serviço agora está, literalmente, nas mãos do consumidor. Com um smartphone, basta abrir um aplicativo para ter acesso à plataforma digital de resolução de conflitos. Desenvolvida pela D'Acordo Mediações, a ferramenta é uma novidade que permite ao cliente insatisfeito entrar em contato diretamente com a empresa reclamada. Essa comunicação online é assistida por um mediador da startup, que busca compor uma solução amigável para o conflito.

A plataforma digital também pode ser acessada pelo site por meio de qualquer computador pessoal ou dispositivo mobile, como tablets. De acordo com Caíque Matos, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da plataforma, o trabalho foi todo realizado com foco no usuário. “O sistema tem usabilidade fácil e intuitiva, de modo que o consumidor, mesmo em seu primeiro acesso, não terá nenhuma dificuldade”, esclarece o desenvolvedor.

Tanto por aplicativo quanto pelo site, o consumidor deve fornecer as suas informações pessoais, além de cadastrar um login e senha. Na sequência, será exibido um termo de responsabilidade com as regras de uso do serviço. A plataforma permite que o interessado em resolver um problema consumerista converse com um mediador por videoconferência ou por meio de chat em salas de atendimento virtuais. O vídeo e as conversas são gravados para garantir segurança jurídica às negociações. Ao fim da sessão, o sistema gera um número de protocolo, que será enviado por e-mail.

Segundo a CEO Emanuelly Castro, a plataforma é resultado da expertise que a D’Acordo Mediações adquiriu na resolução de conflitos consumeristas. Ela destaca que o mais importante é que essa tecnologia tem custo zero para os usuários. Na opinião de Castro, “a plataforma digital empodera o consumidor na medida em que ele passa a ter uma voz ativa na relação de consumo ao relatar a sua insatisfação e negociar diretamente as suas demandas”.

A CEO também explica que a atuação pode ser pré-processual, ou seja, com o objetivo de evitar a abertura de um processo contra a empresa, e também quando a ação já está em andamento. Em média, o consumidor espera, no mínimo, 2 anos e 3 meses por uma sentença no Juizado Especial Cível. Com a plataforma, o desfecho do problema pode ser imediato ou em poucos dias, uma evolução possibilitada pela tecnologia que representa um bom acordo para todos os envolvidos.

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